Hoje foi um dia cansativo. Viajamos de Recife direto para Salvador, rodando mais de 800 quilômetros. A viagem seria muito mais tranquila se não fossem as obras de duplicação e recuperação nas estradas pernambucanas. Aliás, boa parte delas está sendo realizada pelo Exército Brasileiro.
Pegamos a Linha Verde, que liga a cidade de Estância-SE a Salvador-BA, no início da noite. O trecho sergipano é o mais crítico, pois a sinalização é ruim e o asfalto não é dos melhores, mas a situação muda drasticamente ao cruzar a divisa com a Bahia. Aí, sim, ficou bem melhor para dirigir à noite.
Levamos dois sustos, porém. O primeiro na altura do quilômetro 155, onde um quebra-molas mal sinalizado no meio da rodovia me fez alçar voo. As duas rodas saíram do chão. Um carro que vinha logo atrás também decolou. O maior perigo!
Mais tarde, já perto de Porto do Sauípe, um caminhão, do nada, entrou na contramão. O excesso de luzes nos confundiu por alguns instantes e não sabíamos se ele estava na via dele ou na nossa. Diminuímos a velocidade e, quando estávamos mais próximos é que tivemos a certeza de que estávamos em curso de colisão com aquele veículo enorme. Sem saber o que fazer, fui me aproximando do acostamento, mas o tal caminhoneiro maluco também teve a mesma ideia. Somente ao passar por ele é que vimos que ele ia entrar no posto de combustível que havia ali. Doideira, sem dar sinal nem nada. Ao que parece, o irresponsável inconsequente só queria tirar um sarro nos dando um grande susto.
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09 fevereiro 2010
08 fevereiro 2010
Pré-Carnaval em Olinda
Chegamos em Recife hoje e fomos recebidos pelo tio do Eduardo, Antônio, que nos levou para almoçar e depois para a sua casa, onde um bolo de chocolate nos esperava. A propósito, estava uma delícia!
Mais tarde o primo Gustavo e sua esposa Sussuca nos levaram a Olinda, onde uma festa com palco armado estava rolando. Muito frevo, como não poderia deixar de ser, e a animação estava em alta.
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Mais tarde o primo Gustavo e sua esposa Sussuca nos levaram a Olinda, onde uma festa com palco armado estava rolando. Muito frevo, como não poderia deixar de ser, e a animação estava em alta.
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07 fevereiro 2010
Litoral do RN
Hoje foi dia de conhecer as praias do Rio Grande do Norte. Pegamos a Rota do Sol, que vai pelo litoral sul com destino a Pipa, passando pelo maior cajueiro do mundo, que, aliás, já está tão grande que as ruas em torno dele estão em meia pista. A prefeitura local já está até cogitando desapropriar alguns moradores para dar espaço à árvore.
De lá fomos para um mirante de onde se pode ver falésias da Praia do Amor, que tem esse nome por causa do seu formato, que lembra um coração. Muitos golfinhos nadam por lá e me parece que estavam bastante animados.
Infelizmente não pudemos chegar até Pipa porque a trilha para lá é na areia da praia e, por causa da maré cheia, estava interditada. Outra opção seria voltar alguns quilômetros e ir pela BR-101, mas achamos melhor ir até Jenipabu e andar pelas famosas dunas.
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De lá fomos para um mirante de onde se pode ver falésias da Praia do Amor, que tem esse nome por causa do seu formato, que lembra um coração. Muitos golfinhos nadam por lá e me parece que estavam bastante animados.
Infelizmente não pudemos chegar até Pipa porque a trilha para lá é na areia da praia e, por causa da maré cheia, estava interditada. Outra opção seria voltar alguns quilômetros e ir pela BR-101, mas achamos melhor ir até Jenipabu e andar pelas famosas dunas.
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06 fevereiro 2010
Dia de Descanso
Hoje tiramos o dia para relaxar (pra não falar da ressaca). Ficamos um tempo no hostel atualizando o blog e depois fomos fazer uma visita à minha tia Avinha. De lá íamos à praia, mas as nossas cabeças ainda estavam latejando por conta do Black Label e das cervejas de ontem. Fomos obrigados a voltar ao hostel, dormir e nos preparar para sair à noite, que, aliás, acabou sendo pouco movimentada. Enfim, não era mesmo o nosso dia.
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05 fevereiro 2010
Missão Dada É Missão Cumprida!
Hora de conhecer um pouco do litoral paraibano. Não dava para deixar o estado sem conhecer suas praias, então fomos para a praia do Coqueirinho, que nos disseram ser uma das melhores. No caminho, passamos no Farol do Cabo Branco, de onde se vê o mar a vários metros de altura. Para chegar à Praia do Coqueirinho é preciso passar por um pequeno trecho de terra batida e as motos sofreram um pouco, mas nada grave.
De volta ao hostel, pegamos as nossas coisas e seguimos rumo a Natal. A BR-101 na Paraíba está em ótimo estado. Pista dupla e asfalto novo nos dois sentidos. Até me arrisco a dizer que é o melhor trecho da BR-101 que já passamos em 10 estados. Em alguns pontos, porém, ainda há obras de duplicação e somos obrigados a passar de uma pista para a outra. E foi justamente em um desses desvios que tivemos um problema sério. A moto de Eduardo teve o pneu traseiro furado provavelmente por um resto da obra esquecido na área de transição. Paramos no acostamento e só víamos asfalto, tanto para um lado quanto para o outro. Passamos por um problema parecido em Buenos Aires, mas desta vez estávamos no meio do nada. E para piorar, toda hora tínhamos que balançar os braços para chamar a atenção de motoristas irresponsáveis que tentavam ultrapassar em alta velocidade pelo acostamento, apesar de termos sinalizado com galhos.
Moto não tem estepe, mas motociclista prevenido sempre leva consigo um spray especial para encher pneus em emergências, e foi ele que nos salvou. Nunca tínhamos usado antes e havia dúvidas quanto à sua eficiência. E o troço funciona mesmo! Impressionante a rapidez com que o pneu foi enchido. Fomos andando devagar pelo acostamento até encontrarmos um grupo de trabalhadores da obra mais à frente. Eles nos informaram que estávamos a 3 quilômetros de Mamanguape, onde conseguimos um borracheiro que colou o pneu. Pois é, essas coisas fazem parte da aventura. Se não tiver perrengue, não tem graça.
Chegamos a Natal, nosso objetivo final. Cumprimos a missão. Agora é só comemorar mais esta conquista. Nossa reserva foi feita em um castelo "medieval" do século XX, o Lua Cheia Hostel, em Ponta Negra. Deixamos as bagagens no quarto e descemos para o porão, onde funciona um pub.
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De volta ao hostel, pegamos as nossas coisas e seguimos rumo a Natal. A BR-101 na Paraíba está em ótimo estado. Pista dupla e asfalto novo nos dois sentidos. Até me arrisco a dizer que é o melhor trecho da BR-101 que já passamos em 10 estados. Em alguns pontos, porém, ainda há obras de duplicação e somos obrigados a passar de uma pista para a outra. E foi justamente em um desses desvios que tivemos um problema sério. A moto de Eduardo teve o pneu traseiro furado provavelmente por um resto da obra esquecido na área de transição. Paramos no acostamento e só víamos asfalto, tanto para um lado quanto para o outro. Passamos por um problema parecido em Buenos Aires, mas desta vez estávamos no meio do nada. E para piorar, toda hora tínhamos que balançar os braços para chamar a atenção de motoristas irresponsáveis que tentavam ultrapassar em alta velocidade pelo acostamento, apesar de termos sinalizado com galhos.
Moto não tem estepe, mas motociclista prevenido sempre leva consigo um spray especial para encher pneus em emergências, e foi ele que nos salvou. Nunca tínhamos usado antes e havia dúvidas quanto à sua eficiência. E o troço funciona mesmo! Impressionante a rapidez com que o pneu foi enchido. Fomos andando devagar pelo acostamento até encontrarmos um grupo de trabalhadores da obra mais à frente. Eles nos informaram que estávamos a 3 quilômetros de Mamanguape, onde conseguimos um borracheiro que colou o pneu. Pois é, essas coisas fazem parte da aventura. Se não tiver perrengue, não tem graça.
Chegamos a Natal, nosso objetivo final. Cumprimos a missão. Agora é só comemorar mais esta conquista. Nossa reserva foi feita em um castelo "medieval" do século XX, o Lua Cheia Hostel, em Ponta Negra. Deixamos as bagagens no quarto e descemos para o porão, onde funciona um pub.
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